Durante décadas, o humor ao vivo foi construído da mesma maneira: um palco, um microfone e um roteiro.
O tour-ette nasce para romper esse modelo.
Não para substituir o stand-up. Nem para ser um podcast ao vivo. Muito menos uma peça de teatro.
O tour-ette cria uma nova experiência de entretenimento, onde o espetáculo é conduzido por uma estrutura sólida, mas ganha vida através da interação, do improviso e da personalidade de seus artistas. No palco, Felipe Arthur conduz a experiência enquanto Psiu e Dilera transformam cada apresentação em um encontro único entre humor, espontaneidade e participação do público.
Nenhuma sessão acontece exatamente da mesma forma. Cada cidade, cada plateia, cada interação constrói um espetáculo diferente. É essa combinação entre direção, improviso e autenticidade que faz do tour-ette um novo formato de humor ao vivo.
O tour-ette reúne artistas que conquistaram milhões de pessoas através de suas personalidades autênticas. No palco, cada um desempenha um papel essencial: enquanto um conduz, outro provoca, outro desestabiliza. Juntos, criam um espetáculo onde a química entre eles é tão importante quanto qualquer roteiro.
Tornou-se um dos grandes fenômenos do humor digital ao construir uma personalidade absolutamente singular. Seu tempo de resposta, suas reações inesperadas e sua forma muito particular de enxergar o mundo criaram uma identidade própria, reconhecida instantaneamente por seu público.
O elemento que torna o espetáculo impossível de controlar completamente. Enquanto Felipe conduz e Psiu provoca, Dilera reage de maneiras que surpreendem tanto o público quanto os próprios colegas de palco, garantindo momentos genuinamente inéditos em cada apresentação.
Conquistou uma enorme audiência nas redes através de sua autenticidade, espontaneidade e humor imprevisível. Carioca, comunicativo e naturalmente irreverente, transformou sua personalidade em uma marca registrada e criou uma relação de proximidade com milhões de seguidores.
Um dos grandes motores criativos do espetáculo: quebra expectativas, muda a direção das conversas e cria situações que nem os outros artistas conseguem prever. Sua energia impulsiona boa parte dos momentos de improviso, tornando cada apresentação diferente da anterior.
Comediante, criador de conteúdo e um dos nomes mais criativos do humor digital, ganhou destaque nacional através do seu personagem de advogado, usando o universo jurídico como ferramenta de comédia para comentar o cotidiano com inteligência e irreverência.
Não é apenas o apresentador. É o maestro do espetáculo. Conduz o ritmo da noite, apresenta os quadros, provoca os artistas, interage com o público e mantém a narrativa em movimento do início ao fim. Seu personagem de advogado interpreta situações absurdas como se fossem casos jurídicos, ampliando o potencial cômico de cada momento.
Roteiro, improviso e participação do público coexistem para criar uma experiência que só existe ali, com aquelas pessoas, naquela cidade. Mais do que assistir a um show de humor, o público participa de uma experiência construída ao vivo, onde cada risada, cada reação e cada improviso fazem parte de uma apresentação exclusiva.
Com aproximadamente 60 minutos de duração, o tour-ette combina humor, improviso, interação com a plateia e momentos musicais em um formato que mantém o público conectado do início ao fim. Sem intervalos, o ritmo alterna conversa, desafios, quadros e grandes momentos de improvisação, numa jornada que cresce em intensidade até o encerramento.
Cada momento possui identidade própria, ritmo específico e espaço para improvisação, o que faz com que nenhuma apresentação aconteça exatamente da mesma forma.
O tour-ette rompe a divisão tradicional entre palco e plateia. As reações influenciam os artistas. Os artistas provocam novas reações. Cada apresentação cria sua própria narrativa. É essa troca constante que transforma cada sessão em um espetáculo exclusivo. Mais do que assistir, o público participa.
Dois terços do elenco do tour-ette, Leandro Psiu e Dilera, convivem com a condição na vida real. Isso não é um personagem: é o ponto de partida real do espetáculo.
Causa tiques: movimentos ou sons repentinos, rápidos e involuntários. Podem ser motores (piscar, encolher os ombros, caretas) ou vocais (grunhidos, palavras, sons repetidos).
Os primeiros sinais costumam aparecer ainda na infância, e os tiques variam em intensidade, frequência e complexidade ao longo da vida.
O estereótipo mais conhecido, xingar involuntariamente, é na verdade raro entre quem tem a síndrome. A grande maioria nunca apresenta esse tipo de tique.
Não dá para segurar um tique por vontade própria por muito tempo. Quem tem Tourette aprende a conviver com eles. E é exatamente essa convivência que o tour-ette transforma em humor.
Ao apresentar artistas que convivem com a Síndrome de Tourette de forma autêntica e bem-humorada, o espetáculo aproxima o público de uma realidade pouco conhecida, ampliando a compreensão, reduzindo estigmas e fortalecendo a representatividade.
Sem discursos. Sem palestras. Sem perder sua principal missão: fazer rir.
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